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Animação / Cinema

Disney + Pixar + Lucasfilm

Uma possível aproximação entre a Pixar e a Lucasfilm é o que mais me empolga nos quatro bilhões de dólares gastos hoje pela Disney. Verei cada novo episódio de Star Wars a ser lançado, mas a série caducou faz tempo. Como bem lembrou o pessoal da Wired, filmes e franquias são especialidade da Disney – taí o universo da Marvel no cinema pra comprovar. Pode sair alguma coisa divertida, mais relevante que os três capítulos mais recentes da saga dos Skywalker. De resto, serão lançados mais brinquedos, fantasias, jogos, revistas, livros e outro tanto de coisa e você nem vai perceber.

A Pixar nasceu como a divisão de computação da Lucasfilm em 1979, foi comprada pelo Steve Jobs em 1986 e ganhou vida própria e muito mais autônoma que sua empresa natal. Tem andado meio sem rumo – Carros 2 e Brave não fazem jus à primeira leva de produções do estúdio (Toy Story, Vida de Inseto, Toy Story 2, Monstros SA, Procurando Nemo, Os Incríveis, Carros, Ratatouille, Wall-e, Up e Toy Story 3). Já a Lucasfilm tem no portfólio: Star Wars, Indiana Jones, Willow e Labirinto…e American Graffiti e…Howard, O Super Herói?! Não sei se há a possibilidade de Pixar e Lucasfilm constarem nos créditos de uma mesma produção. Mas o fato das duas voltarem a estar sob o mesma direção é digno de nota.

 

Animação / Séries

Os Jetsons e a Era de Ouro do Futurismo

A primeira leva de episódios de Os Jetsons durou apenas 24 programas, lançados entre setembro de 1962 e março de 1963. Depois viram duas temporadas com 51 episódios entre 1985 e 1987. O blog sobre tendências e apostas futuristas da revista do Instituto Smithsonian está recapitulando e analisando cada um dos desenhos originais da década de 60 para celebrar os 50 anos da série.

“The Jetsons” was the distillation of every Space Age promise Americans could muster. People point to “The Jetsons” as the golden age of American futurism because (technologically, at least) it had everything our hearts could desire: jetpacks, flying cars, robot maids, moving sidewalks. But the creators of “The Jetsons” weren’t the first to dream up these futuristic inventions. Virtually nothing presented in the show was a new idea in 1962, but what “The Jetsons” did do successfully was condense and package those inventions into entertaining 25-minute blocks for impressionable, media-hungry kids to consume.

And though it was “just a cartoon” with all the sight gags and parody you’d expect, it was based on very real expectations for the future. As author Danny Graydon notes in The Jetsons: The Official Cartoon Guide, the artists drew inspiration from futurist books of the time, including the 1962 book 1975: And the Changes to Come, by Arnold B. Barach (who envisioned such breakthroughs as ultrasonic dishwashers and instant language translators). The designers also drew heavily from the Googie aesthetic of southern California (where the Hanna-Barbera studios were located)—a style that perhaps best represented postwar consumer culture promises of freedom and modernity.

The years leading up to “The Jetsons” premiere in September 1962 were a mix of techo-utopianism and Cold War fears. The launch of Sputnik by the Soviets in 1957 created great anxiety in an American public that already had been whipped up into a frenzy about the Communist threat. In February 1962 John Glenn became the first American to orbit the Earth, but less than a year earlier the Bay of Pigs fiasco raised tensions between the superpowers to a dangerous level. Americans seemed equally optimistic and terrified for the future.”

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