Assim, cá entre nós dois, já achei as capas do Adrian Tomine para a New Yorker mais inspiradas. Acho inclusive que já disse isso por aqui antes. Ou talvez seja o meu gosto que esteja mudando. Aí que fiquei nessa de compartilho ou não compartilho no blog o trabalho mais recente dele para a revista, mas vamos lá. Gosto de manter o meu Arquivo Tomine abastecido por aqui.
Então tá aí, a capa do artista para a edição de 26 de janeiro da New Yorker.
Segue o texto no site da revista que acompanhou a divulgação da arte: “Adrian Tomine retratou uma cena que os nova-iorquinos frequentemente encontram no auge do inverno. ‘Inevitavelmente, eu vejo algum passageiro do metrô todo bronzeado, recém-chegado de uma escapada para a praia, e quase parece que ele está se exibindo’, disse Tomine. ‘Sendo justo, eu mesmo já fui essa pessoa de vez em quando e, por isso, peço desculpas’.”
Aproveito a deixa para compartilhar os links de alguns textos que escrevi sobre o autor (aqui e aqui) e das entrevistas que fiz com ele quando seus trabalhos mais recentes foram lançados em português (aqui e aqui).





