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Os 26 filmes preferidos de David Fincher

Quando David Fincher lançou O Curioso Caso de Benjamin Button – provavelmente seu pior filme – em 2008, a Empire fez uma matéria sobre a produção e pediu que o diretor criasse uma lista com seus longas preferidos. Não necessariamente em ordem de preferência, o cineasta escreveu a mão: Butch Cassidy, Chinatown, Dr. Fantástico, O Poderoso Chefão – Parte II, Taxi Driver, Muito Além do Jardim, O Show Deve Continuar, Alien, A Janela Indiscreta, Zelig, Cabaret, Lua de Papel, Tubarão, Lawrence da Arábia, Todos os Homens do Presidente, 8 e 1/2, Cidadão Kane, Cinzas no Paraíso, O Clube dos Cafajestes, Mad Max 2: A Caçada Continua, O Ano que Vivemos em Perigo, American Graffiti, O Exterminador do Futuro, Monty Python e O Cálice Sagrado, O Exorcista e A Primeira Noite de Um Homem. Vi lá no Film Stage.

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O cinema de David Fincher

DavidFincher

O David Fincher tá em alta por conta do lançamento de Gone Girl. Piro demais nos filmes dele e esse vídeo-ensaio do Tony Zhou me fez gostar ainda mais. Em pouco mais de sete minutos ele resume algumas das principais característica e dos pontos mais altos dos longas do Fincher. Assiste aí:

Aliás, vale muito a pena ficar de olho no canal do Tony Zhou no Youtube, é o Every Frame a Painting. Quem me mostrou os trabalhos dele foi o André. Um outro ensaio foda é o dedicado ao Edgar Wright. Coisa fina, saca só:

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O Star Wars de David Fincher

O responsável por Clube da Luta, A Rede Social e Zodíaco quase dirigiu o próximo Star Wars. Na edição de novembro da revista Total Film há uma matéria sobre a nova produção de David Fincher, Gone Girl. O foco do texto está no filme protagonizado pelo Ben Affleck, mas há um depoimento interessante do diretor sobre Star Wars.

Logo no início da produção do sétimo episódio, ele foi procurado pela atual presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy. Ela queria que fosse ele o diretor do novo capítulo da série. Segundo Fincher, houve uma conversa inicial, mas ele se sentiu inseguro em relação à dinâmica da Disney com a antiga produtora de George Lucas e não topou. Ele explica a escolha:

“É complicado. O meu favorito é O Império Contra-Ataca. Se eu falasse: ‘Quero fazer algo parecido com ele’, tenho certeza que as pessoas bancando a produção iriam dizer ‘Não! Você não pode fazer isso! Nós queremos igual aos outros, com as várias criaturas!'”

Mas mais legal que essa justificativa é o comentário seguinte do Fincher. São algumas poucas frases, mas é uma ótima interpretação sobre os dois melhores filmes da série e também sobre as escolhas que podem ter levado os enredos da saga a perderem um pouco da graça a partir do Retorno de Jedi:

“Eu sempre pensei Star Wars como a história de dois escravos [C-3PO e R2-D2] que vão passando de um dono para o outro, testemunhando as tolices de seus mestres, as loucuras definitivas dos homens…Eu achava que era uma ideia interessante nos dois primeiros, mas meio que se perdeu a partir do Retorno de Jedi”.

Aí perdemos David Fincher, um dos grandes cineastas das últimas décadas, como diretor de um Star Wars. E também não teremos J.J. Abrams na direção de um terceiro Star Trek em sua versão pro universo criado por Gene Roddenberry. O Episódio VII tem de ser bem bom pra compensar, viu?

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O pôster e o trailer de Gone Girl, o novo filme do David Fincher

GoneGirl

Quem leu Gone Girl sabe que não se trata de uma obra-prima da literatura policial, é um bom thriller com algumas sacadas originais. Fosse qualquer outro diretor eu não botaria tanta fé nessa adaptação, mas é o David Fincher e ele não costuma errar muito. Aliás, colocar o Ben Affleck como protagonista já é bastante esperto pela personalidade bem ambígua e pouco carismática do personagem. O livro saiu no Brasil como Garota Exemplar e imagino que o longa mantenha o nome. O que não imagino que seja mantido é o final da história. Assim como aconteceu em Os Homens que Não Amavam as Mulheres, aposto numa versão ainda melhor que a presente no livro. A estreia tá marcada pra 2 de outubro nos cinemas do Brasil. Ó o trailer: