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Moonshine: a nova série da Image de Brian Azzarello e Eduardo Risso

Já comentei por aqui como piro em 100 Balas. É um dos meus trabalhos preferidos publicados pela Vertigo sem a assinatura de um autor britânico. Não chega a ser um Y, mas tá quase lá. Por conta disso fiquei na seca por um novo trabalho da dupla Brian Azzarello-Eduardo Risso. Aí veio Spaceman, beeeem caído, sem 1/10 do fôlego da série policial. Ainda assim, os dois ainda tem crédito comigo e merecem um voto de confiança.

Hoje a Image anunciou sua próxima leva de séries. Certeza que algum dos 21 títulos anunciados vai acabar me surpreendendo, mas nada me interessou tanto quanto Moonshine, série nova de autoria de Azzarello e Risso. Lá no evento em que o título foi anunciado, apresentaram a HQ como “monstros, lobisomens e caipiras em uma história ambientada nos anos da Lei Seca”, junto com essa imagem aqui em cima. Aguardemos, né? Primeiro número tá pra sair em outubro.

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100 Balas, Noites de Jazz

Aí que tem umas séries que volta e meia eu pego uma edição aleatória pra ler ou abro no meio do livro, só pra ver no que dá. Dia desses gastei um tempo no oitavo encadernado brasileiro de 100 Balas, acho que o meu preferido, com uma das hqs mais triste que já li. Lá fora saiu com o nome The Hard Way, por aqui chegou às bancas como Noites de Jazz, sou mais a versão em português hehe Daquelas tramas que não adianta resumir pra quem não conhece o universo criado pela dupla Brian Azzarello e Eduardo Risso. E tenho certeza que você não esqueceu caso já tenha passado por essa edição. Lembra? É protagonizada pelo saxofonista Gabe e ambientada em Nova Orleans. Pois é, cara. Puta gibi. Taí a arte da capa produzida pelo Dave Johnson – e, caramba, como são lindas as capas dele pra 100 Balas.

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Irmão Lono no Brasil

Cá entre nós, a verdade é que Irmão Lono demorou pra chegar no Brasil. Spin-off de 100 Balas – a obra-prima de Brian Azzarello, Eduardo Risso e Dave Johnson -, o gibi foi lançado nos Estados Unidos entre abril de 2013 e agosto de 2014 e ganha versão em português ainda em maio. Mas aí também sou eu sendo pentelho, por achar 100 Balas uma das mais sensacionais hqs policiais da história do gênero e não ter muita paciência pra aguardar a versão traduzida. Já li o quadrinho em inglês e recomendo fortemente. E a Panini escolheu bem pra caramba a capa da edição nacional, tremenda pérola do Dave Johnson. Não deixa passar essa não, combinado?

HQ / Retrospectiva 2013

Retrospectiva Vitralizado 2013 – O fim de 100 Balas no Brasil

100Balas

Alguns dos meus quadrinhos preferidos publicados pelas grandes editoras norte-americanas são policiais. São séries como Criminal, Fatale, Gotham Central e Powers. Sei que provavelmente esses títulos não teriam o sucesso que tiveram caso Brian Azzarello e Eduardo Risso não tivessem criado 100 Balas. A Panini publicou no primeiro semestre o último encadernado da série no Brasil, poucos meses após o encerramento de Y – O Último Homem, de Brian K. Vaughan, em novembro de 2012. Juntos, são os dois gibis mais importantes da Vertigo desde o lançamento de Sandman.

Os vários personagens e enredos da história criada por Azzarello dão um tom de ópera ao quadrinho e o desenhos cheio de sombras e ângulos de Eduardo Risso ampliam ainda mais a magnitude da obra. Demorou pra caramba pra terminar por aqui, o último capítulo foi lançado quase quatro anos após a publicação nos Estados Unidos, e a periodicidade irregular também não ajudou. Mas foi um tremendo feito publicar a série na íntegra e os leitores brasileiros ainda aguardam um substituto a altura.