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Cinema

O novo Godzilla e os monstros de Guillermo del Toro

Godzilla

Quando saiu o primeiro trailer do novo Godzilla, perguntei aqui no blog: “depois de Pacific Rim, basta apenas um monstro pra satisfazer o público? Podemos esperar por alguns Jaegers dando as caras na hora do quebra-pau?” Em comum entre os filmes de Gareth Edwards e Guillermo del Toro estão apenas os monstros, o tom é completamente diferente. De qualquer forma, imagino que a nova produção protagonizada pela criatura japonesa teria uma outra pegada caso del Toro não tivesse filmado seu épico ano passado. Acabei de assistir Godzilla e gostei bastante. É impossível comparar com aquela porcaria de 1998 dirigida pelo Roland Emmerich.

O roteiro é bastante raso e a direção faz muito bom uso da simplicidade comum à trama de filmes do mesmo gênero. Aaron Taylor-Johnson e Bryan Cranston interpretam pai e filho que perderam uma pessoa próxima durante um acidente em uma usina nuclear japonesa em 1999. Quinze anos depois, distantes um do outro, eles estão no centro de uma conspiração que resulta no aparecimento de Godzilla. As câmeras mostrando constantemente a perspectiva das populações das cidades invadidas ampliam ainda mais os impactos das catástrofes. E os efeitos e as cenas de ação são bastante convincentes. Agora eu queria acertar outra vez: ia ser pedir muito um crossover com os personagens do del Toro? Sei lá, eu acho que ia funcionar o Godzilla quebrando uns Jaegers e depois unindo forças com eles contra uma ameaça maior…hehehe

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O diário de Guillermo del Toro está a venda

DelToroDiário

Lembra quando postei algumas imagens do caderno de rascunhos do Guillermo del Toro? Transformaram o diário em livro e ele tá em pré-venda na Amazon por 36 dólares. É o ‘Guillermo del Toro Cabinet of Curiosities: My Notebooks, Collections, and Other Obsessions’, com prefácio do James Cameron e posfácio do Tom Cruise (saca como o cara pira numa bizarrice?). Olha o vídeo de apresentação da obra, seguido pelo texto de divulgação:

For more than two decades, writer-director Guillermo del Toro has mapped out a territory in the popular imagination that is uniquely his own. From his first feature-length film, the modern classic Cronos, to his best-selling novels, to his latest movie Pacific Rim, del Toro has proven himself to be a one-of-a-kind creative visionary able to bring his singular sensibility equally to Hollywood blockbusters such as Hellboy and to more personal projects such as the Oscar–winning Pan’s Labyrinth. Now comes a gift and gorgeous keepsake for his legions of fans: GUILLERMO DEL TORO CABINET OF CURIOSTIES: My Notebooks, Collections, and Other Obsessions (Harper Design; On Sale October 29, 2013: $60.00, 256 pages; ISBN: 978-0-06-208284-8), a lavishly illustrated book that is an intimate look into one of the most imaginative minds of this century. GUILLERMO DEL TORO CABINET OF CURIOSTIES—written with New York Times best-selling author and filmmaker Marc Scott Zicree—contains notes, drawings, and untold creatures from Guillermo del Toro’s private journals and filmmaking diaries, with never-before-seen characters, art, and ideas of things to come. The book is a captivating, intimate glimpse into the life and mind of one of the world’s most creative visionaries.

GUILLERMO DEL TORO CABINET OF CURIOSITIES begins with a foreword by James Cameron, who writes that del Toro’s art, “fearlessly confronts life in all its beauty and horror. He sees with the wonder and stark terror of a child. His notebooks are a map of the subconscious, and his films doorways into the dungeons of our dreams, allowing us to confront our own individual hearts of darkness, to do battle and emerge victorious.”

The next section of the book, entitled “Collections,” takes readers on a tour of Bleak House, del Toro’s “second home and working office, his artistic masterpiece, his cluttered attic, his pride and joy. It’s where he goes to draw and write, to recharge his batteries, to explore unfettered his creative whims.” From there, del Toro, in a series of one-on-one interviews with Zicree that are woven throughout the book, discusses his graphic inspirations, film analysis, storytelling, his “mainstays of horror,” his idea incubators, and so much more, all alongside vibrant full-color images of the things that have inspired his unique art.

The next half of the book contains faithful reproductions of del Toro’s most elaborate illustrated notebooks. Accompanying this rich mixture of imagery, narrative explorations, and notes are further one-on-one discussions with Zicree about each of del Toro’s films, translations of del Toro’s personal blend of Spanish and English, as well as additional annotations which further elucidate the ideas and contexts that gave rise to them.

Offering a privileged reproduction of Guillermo del Toro’s private reveries, GUILLERMO DEL TORO CABINET OF CURIOSITIES presents his vision in its proper context, offering a first-hand record of a truly arresting imagination.
In addition to the foreword by James Cameron, the book includes an afterword by Tom Cruise and contributions from other luminaries, including Neil Gaiman, John Landis, Alfonso Cuaron, and many others.

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O caderno de Guillermo del Toro

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Apareceu no Reedit uma coleção de páginas escaneadas do que dizem ser um caderno do Guillermo del Toro. Constam rascunhos de personagens que vão de A Espinha do Diabo até Pacific Rim, dá pra reconhecer quase tudo. Também têm algumas ilustrações de produções que o Del Toro não conseguiu levar pra frente. Aqui tem mais. Sensacional.

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Cinema

Guillermo del Toro e Pacific Rim

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Já esbarrei com uns comentários comparando Pacific Rim a Transformers e outras porcarias do tipo. Não. O filme novo do Guillermo del Toro está muito além de qualquer blockbuster hollywoodiano padrão e comparar a alguma porcaria dirigida pelo Michael Bay é um absurdo imperdoável. Ainda vou falar mais de Pacific Rim por aqui, mas rolou uma entrevista com o del Toro numa rádio americana que explica muito do que torna a mais recente produção dele como uma das obras mais espetaculares produzidas nos últimos anos no cinema mundial, sem exageros. Uma conversa reveladora com uma mente iluminada. Aliás, fica o toque: salva o link pra ver depois de uma sessão de Pacific Rim. Não há spoilers, mas acho que deve fazer ainda mais sentido depois de assistir a produção. O vídeo veio do André.