Nunca fui muito de escrever críticas e resenhas, sempre me interesse mais por entrevistas e reportagens. Passei a investir mais em textos opinativos a partir de convites da Folha de S.Paulo, por volta de 2018. Dei um tempo das minhas colaborações com outras publicações e resolvi trazer esse conteúdo para cá. Publiquei algumas críticas no Vitralizado em 2025 e planejo outros posts do tipo para 2026. Saca só as minhas resenhas do ano passado:
*As histórias mínimas e os sentimentos grandiosos de Alexandre S. Lourenço em Algumas de Suas Verdades Ainda Moram em Mim;
*Shiko ruma ao poético e ao sobrenatural em Carniça e a Blindagem Mística – Parte 4: A Filha da Mulher Morta;
*Dez anos de Coleção Ugritos: um foco de resistência frente ao luxo e aos preços elevados dos anos Amazon no Brasil;
*Fábio Vermelho e o terror erótico grotesco e bem-humorado de Damnata: Condenados pelo Diabo;
*Raphael Salimena e Daniel Lopes vão além de gêneros e linguagens no épico 100 Discos para Conhecer Aguardela;
*Os ares fabiozimbrescos crescentes de Xavier Ramos e a clareza editorial do Selo Harvi;
*Final Cut: uma síntese temática e narrativa das HQs de Charles Burns.


